segunda-feira, 24 de maio de 2010

A FUNÇÃO DA PRIMEIRA PRENDA

A FUNÇÃO DA PRIMEIRA PRENDA


A função da Primeira Prenda, do CTG, da Região ou do Estado, não se restringe a servir chimarrão, a dançar nos fandangos, a participar dos conjuntos artísticos, a ser anfitrião oficial nos conclaves, a “passear” sua beleza, sua graça e simpatia nos salões e desfiles.



A Primeira Prenda tem uma importante função social no contexto do Movimento Tradicionalista, mormente com o advento do PLANO DE AÇÃO SOCIAL DO MTG, publicado no site do MTG-RS.



Nesse aspecto, a PRIMEIRA PRENDA tem a seu encargo:

1) difundir as nossas raízes,

2) orientar a juventude adepta na prática sadia e correta do tradicionalismo;

3) despertar interesse à juventude aparte a ingressar no movimento;

4) promover reuniões sociais de cunho tradicionalista, visando maior integração dos jovens de todas as entidades, tendo como ideal único o Movimento Tradicionalista Gaúcho;

5) promover o engajar-se as movimentos de preservação de nossa cultura rio-grandense e aos movimentos comunitários de cunho filantrópico, assistencial em escolas, instituições de caridade, etc.

Daí a necessidade da PRIMEIRA PRENDA preparar-se para evidenciar um bom desempenho das atividades decorrentes de sua importantíssima missão

Para concorrer ao cargo de Primeira Prenda é necessário demonstrar conhecimentos da cultura típica gaúcha, da história, da geografia, do folclore, da tradição e do tradicionalismo do Rio Grande do Sul. No concurso, divulga-se e resgata-se, entre outros, por meio da Mostra Folclórica, os brinquedos e brincadeiras folclóricas, linguagem, artesanato, culinária, indumentária, música, usos e costumes, literatura, crendices e superstições. A Prenda, também, tem que apresentar os seus dotes artísticos através da dança tradicional, da declamação, da música e do canto.

(fonte NET: Bombacha Larga)

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------QUALIDADES DO GAÚCHO (na opinião do Prof. R. Ariel)

Para ser gaúcha (o), não é preciso estar trajada com o melhor vestido de prenda, ou ele de bombacha, bota lustrada e espora; os valores que devem ser cultivados são muito mais importantes que o luxo de um vestido enfeitado ou do brilho de uma bota e o sonar das esporas.

De nada adianta se “fantasiar” com as “pilchas” se não se praticam o valores morais que os homens e mulheres de outrora deixaram como a mais bela herança para as novas gerações que pretendem dar continuidade a esta nobre causa que é o tradicionalismo gaúcho.

Por isso para ser um gaucho (a) de verdade, primeiro se deve conhecer a história desse povo valente, que cultuava o respeito, dava valor a honra, à “palavra dada”, que não aceitava a injustiças, e que derramou seu sangue na construção de uma terra livre e soberana. Um povo cujos costumes serviram de exemplo para a constituição de uma família unida, que desbravou essas terras sulinas.

1. Valor a honra.

2. Respeito à palavra empenhada. (Ser “gaúcho (a) de palavra!”)

3. Valentia e Coragem na luta pela liberdade e pela causa tradicionalista.

4. União e fraternidade nas causas do Nativismo.

5. Apego aos usos e costumes que caracterizaram os pioneiros rio-grandenses.

6. Cavalheirismo, educação e respeito para com “as prendas” de qualquer idade.

7. Hospitalidade para os que vêm de “outras querências”.

8. Empenho para evitar a invasão de culturas alienantes.

9. Valorizar o jovem e as crianças que ingressam ao Movimento, mostrando bons exemplos para serem imitados.

10. Ser constante e fiel ao cultivo da tradição. (e não integrar-se ao Movimento interesseiramente com fines dinheiristas

11. Manter a ética dos jurados nos concursos e competições artísticas e campeiras. Mostrar se como um verdadeiro exemplo para as crianças. Não decepcioná-las com atitudes que, muitas vezes, respondem a obscuros interesses . (Ass. Prof. Roberto Ariel)